Informações gerais sobre alergias. Este site não tem o objetivo de prestar consultas pela internet. Para tirar dúvidas, procure também www.asbairj.org.br e www.blogdaalergia.com

Endereços profissionais (consultórios)
1 – Av. das Américas, n.1155 / sala 1110 – Edificio Barra Space Center – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – Tel: 39361146 – email: medicosassociados.barra@gmail.com
2 – Rua Conde de Bonfim, 297 / sala 306 – Praça Saens Pena – Tijuca – Rio de Janeiro
Tel: 25687118 / 25692401 – email: medicosassociados.tijuca@gmail.com

Formação acadêmica (graduação e pós-graduação)
– Graduação: Medicina – Faculdade de Ciências Médicas da UERJ – 1979-1984
– Residência médica em Clinica Medica – HU Pedro Ernesto – UERJ – 1984-1987
– Especialização em Imunologia Clínica – HUCFF – UFRJ – 1994-1995
– Título de Especialista em Alergia e Imunologia Clínica – ASBAI – 1996
– Mestrado em Clinica Médica – Alergia e Imunologia Clinica – FM – UFRJ – 1995-1998
– Especialização em Gestão Estratégica em Saúde – NUSEG/UERJ e CBMERJ – 2006
– Doutorado em Medicina – FCM – UERJ – 2011-2014

Participação em Sociedades Médicas
– Membro da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia / ASBAI desde 1995
Diretor-tesoureiro da Regional-RJ da ASBAI no biênio 2005-2006
Coordenador do portal da Regional-RJ da ASBAI em 2007-2008
Membro da Comissão de Publicações da Regional-RJ em 2009-2014
Membro do Grupo de Assessoria em Asma da ASBAI (nacional) desde 2011 (Coordenador desde 2015)

– Membro da Academia Europeia de Alergia e Imunologia Clínica / EAAAI – desde 2008
– Membro da Sociedade Portuguesa de Alergia e Imunologia Clinica / SPAIC desde 2016

Produção científica
– Publicações de artigos científicos e capítulos de livros = 21
– Trabalhos apresentados em congressos = 60
– Atividades expositivas (palestras e conferencias) ministradas em eventos científicos = 106

Experiência profissional
– Médico da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – 1988/89 (atenção primária)
– Oficial médico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro 1986 a 2011 (atendimento pré-hospitalar de urgência, assistência clínica em terapia intensiva, assistência ambulatorial em clínica médica e alergologia, presidente do Centro de Estudos do HCAP e membro da Divisão de Ensino e Instrução em Saúde da Diretoria Geral de Saúde do CBMERJ, chefe do Serviço de Clínica Médica do HCAP, assessor para Qualidade em Saúde da Direção Técnica do HCAP, membro do Comitê Interno da Qualidade, chefe da Divisão de Atenção à Saúde e coordenador Geral de Saúde do Interior, da Direção Geral de Saúde do CBMERJ
– Médico do Hospital Universitário Pedro Ernesto – UERJ desde 1987: médico e coordenador de assistência clínica da Divisão de Saúde Comunitária, chefe de enfermaria no Serviço de Clínica Médica no HU Pedro Ernesto, professor colaborador da Disciplina de Clínica Propedêutica da FCM – UERJ, responsável pelo ambulatório de Alergia e Imunologia do Serviço de Clínica Médica, coordenador do Programa de Treinamento Teórico-prático em Alergia e Imunologia (estágio complementar pela Sub-reitoria de graduação da UERJ – SR1 – CETREINA), chefe do Setor de Alergia e Imunologia do HU Pedro Ernesto e Policlínica Piquet Carneiro – UERJ, professor colaborador da Disciplina de Clínica Propedêutica III da FCM – UERJ , coordenador e professor do Curso de Aperfeiçoamento em Alergia e Imunologia do H.U. Pedro Ernesto/Policlínica Piquet Carneiro 2004 – 2015 (pós-graduação lato sensu, vinculada à Coordenadoria de Desenvolvimento Acadêmico do HUPE), coordenador adjunto do Curso de Especialização em Alergia e Imunologia Clínica da UERJ
– Atendimento clínico em consultório desde 1990

Outros dados
– Homenagens e prêmios recebidos = 07
– Aprovação em concursos públicos na área médica = 16
– Participação em bancas de concursos e de pós-graduação = 14
– Orientação de trabalhos de pós-graduação lato e strictu sensu = 7
– Entrevistas concedidas em mídia escrita (jornal e revista) ou áudio-visual (radio e TV) = 09

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Nos últimos anos tem se falado cada vez mais em medicina de precisão, para se referir a novas modalidades terapêuticas focadas em mecanismos específicos de diversas doenças, incluindo as alérgicas.

No Brasil está aprovado pela ANVISA/Ministério da Saúde o anticorpo monoclonal anti-IgE para tratamento da asma grave de difícil controle, a partir de 6 anos de idade, e para a urticária crônica espontânea refratária ao tratamento habitual, a partir de 12 anos de idade.

Essas ferramentas de tratamento tem custo muito elevado em nosso meio e devem ser indicadas de forma correta e por especialista em alergia e imunologia, ou seja, apenas após uma avaliação clínica adequada e quando os tratamentos habituais disponíveis não conseguem controlar a doença em questão.

No caso da asma grave alérgica, o anticorpo anti-IgE não deve ser indicado antes de se utilizar corretamente e por tempo adequado os medicamentos habituais para controle dessa doença, que são os corticosteróides inalatórios associados aos broncodilatadores de longa ação que, ainda, podem ser associados a outros medicamentos para uso oral ou inalatório. Além disso é preciso realizar uma adequada avaliação para se afastar outras enfermidades associadas e tratá-las corretamente.

Na urticária crônica refratária, uma avaliação adequada de possíveis doenças associadas e o uso correto das doses máximas de anti-alérgicos por período adequado também são necessários antes da indicação desse tipo de tratamento.

Quando bem indicados os imunobiológicos atingem altos índices de eficácia, com controle adequado das doenças, menos complicações e internações e melhora da qualidade de vida.

Se você tem asma alérgica grave ou urticária crônica de difícil tratamento, consulte um especialista em Alergia e Imunologia para receber avaliação e indicação de tratamento adequados de seu problema.

 

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ATUALIZANDO O POST SOBRE IMUNOTERAPIA E VACINAS, DE 2006:

O termo imunoterapia pode ser aplicado a qualquer forma de tratamento em que se usa um princípio ativo que age diretamente por mecanismos imunológicos (p. ex. um anticorpo ou uma substância estranha ao organismo – um antígeno), no qual o objetivo é a modificação da resposta imunológica com fim de tratamento para determinada(s) doença(s) já instalada(s).

O principal exemplo é a imunoterapia com alérgenos, usada nas alergias (rinite/conjuntivite alérgica, asma brônquica alérgica e reações a picada de insetos), ou vacinas para doenças alérgicas, que teve seu início de uso nos primeiros anos do século XX, para tratamento da rinite alérgica a pólens (inicialmente chamada de febre do feno, por ter sido descrita em primeiro lugar em fazendeiros na Inglaterra).

Ao longo dos últimos 100 anos e, principalmente, nos últimos 20 anos, vários mecanismos de ação vêm sendo conhecidos e melhor compreendidos, fundamentando os efeitos e a eficácia clínica da imunoterapia com alérgenos nessas enfermidades supra-citadas, reduzindo a hipersensibilidade (alergia propriamente dita), a frequência e a gravidade dos sintomas (de crise e fora da crise), a quantidade de medicamentos necessários ao controle destas doenças e, especificamente, a mortalidade nas reações graves a picadas de insetos.

Estes avanços foram tão grandes e esclarecedores, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou, em 1998, um documento para a comunidade médico-científica mundial, estabelecendo os parâmetros para utilização desta modalidade terapêutica, suas indicações, mecanismos, eficácia e efeitos adversos. É importante ressaltar que a imunoterapia com alérgenos, como definido pela própria OMS e endossado por todas as sociedades de especialistas em Alergia e Imunologia do mundo, deve ser indicada e acompanhada por profissionais com formação específica em imunologia clínica, ou seja, o médico especialista em Alergia e Imunologia Clínica, ou simplesmente, o alergista ou alergologista.

Além da imunoterapia com alérgenos (vacinas para doenças alérgicas), existem várias estratégias de imunoterapia que são utilizadas em outras doenças, que não as alérgicas. P. ex. existem tratamentos a base de anticorpos produzidos em laboratório para o tratamento de tumores malignos, a chamada imunoterapia do câncer. Esta modalidade, apesar de fazer parte do conhecimento teórico da Imunologia Clínica, geralmente é indicada e acompanhada pelo médico oncologista clínico (especialista em câncer), ou por outros especialistas onde ela pode ser aplicável em casos selecionados (p.ex. em urologia – no câncer de bexiga e rim, em hematologia – em leucemias e linfomas, etc.). Esta também é uma área onde há um intenso e contínuo acréscimo de novos conhecimentos científicos, com potencial aplicabilidade clínica.

Outra confusão comum e natural, devido ao uso do termo “vacinas”, diz respeito as vacinas comumente aplicadas a todas as crianças como parte do calendário vacinal, e, atualmente, também em adultos e idosos, cujo objetivo é a prevenção de doenças infecciosas (p.ex. sarampo, rubéola, tétano, coqueluche, hepatites virais, etc.). Neste caso, a vacina também é composta de uma substância estranha ao organismo, derivada do próprio agente infeccioso, e seu objetivo é desencadear no sistema imunológico do indivíduo, a produção de anticorpos protetores contra a infecção causada por aquele agente. Desta forma, as vacinas utilizadas rotineiramente desta forma, não são terapêuticas, como as vacinas usadas nas doenças alérgicas e no câncer, mas sim preventivas, ou seja, para evitar as infecções. Essas vacinas preventivas de infecções representam um dos maiores avanços que a ciência médica ofereceu à humanidade em toda a sua história.

Outro termo que merece esclarecimento é a palavra dessensibilização. Por muito tempo ela foi usada como um sinônimo para as vacinas usadas nas alergias, visto que um de seus efeitos é diminuir a hiperssensibilidade (=alergia) do indivíduo, ou seja levar a uma hipo ou dessensibilização. Entretanto, atualmente já se sabe que a imunoterapia com alérgenos (vacinas para alergias) tem muitos outros mecanismos de ação e efeitos, e o termo dessensibilização está restrito a procedimentos onde se induz a tolerância a determinadas substancias as quais eles apresentaram reações (alérgicas ou pseudo-alérgicas). Alguns exemplos são a dessensibilização com antibióticos (penicilinas, sulfas) e com ácido acetil salicílico (AAS/Aspirina).

Atualmente a imunoterapia, as vacinas com alergenos, citada no início do texto, tiveram suas indicações expandidas. Além da rinite alérgica, asma alérgica e alergia a picada de insetos (mosq1uitos, abelhas, marimbondos e formigas), ela também já é utilizada em casos selecionados de dermatite atópica e, mas irecentemente ainda, ela está sendo aplicada em casos graves de alergia a alimentos com risco de anafilaxia.

“Médicos louros de olhos azuis só querem ganhar muito dinheiro”

Hoje um colunlista de grande jornal em cIrculação no Rio de JAneiro escreveu isso e muitas outras coisas em sua coluna.

Vivemos uma época em que os médicos estão sendo crucificados apenas por serem médicos. Por terem, em sua maioria, optado por trabalhar ajudando outras pessoas. Tudo para justificar uma manobra eleitoreira: a vinda de médicos estrangeiros (principalmente cubanos), como se só médicos (ou quase isso, já que não revalidarão seus diplomas para serem reconhecidos como tal) resolvessem as décadas de falta de gestão e de politicas dos governos para fornecer assistência adequada À toda a população, como manda a constituição de 1988.

Não pude me calar ao ler a matéria, e enviei-lhe a seguinte mensagem, quem compartilho com vocÊs:

Caro Sr.

Sou medico há 29 anos, trabalho em serviço publico há 25. Fiz minha residência medica em Clinica Geral (não existia a especialização em Saude da Familia que existe hoje) porque inicialmente gostaria de trabalhar no SUS, ajudando a melhorar a saúde dos menos favorecidos, mas com condições adequadas de trabalho e sendo bem pago para isso, pois acredito que todo trabalho deva ser valorizado, e não existe valorização sem pagamento adequado. Ou o Sr. escreveria sua coluna apenas pelo papel social da imprensa e recebendo elogios sem remuneração por isso ?
Após quase 10 anos tentando, vi (e continuo vendo há 30 anos) que os governos, sejam de quais forem os partidos, apenas fazem programas pontuais e por tempo limitado, para dar alguma assistência médica ao povo e ganhar não alguns, mas muitos milhões de votos na época apropriada.
Tenho um amigo médico que é literalmente branco de olhos azuis, e que sonhou em trabalhar ajudando os pobres. Ele praticamente morou dentro da favela por alguns anos atendendo ao preço que podiam pagar e fazendo medicina de familia, por esforço proprio, e desistiu, pois ninguém tem a capacidade de mudar toda uma realidade esquecida pelo poder publico há décadas e de certa forma mantida pelo próprio poder, sem educar o povo, como estratégia de manutenção do domínio sobre esse mesmo povo. Fornecer consultas, sem estrutura e sem educação, é mais uma vez enganar o eleitor.
Hoje ao ler sua coluna, que leio sempre, fiquei mais uma vez impressionado com o preconceito de suas palavras, assim como quando o Sr. escreveu sobre a negritude do Ministro Joaquim Barbosa dias atrás.
É impressionante, revoltante mesmo, o Sr. desenhar o médico, todos os médicos brasileiros, inclusive eu e os outros milhares, como médicos brancos de olhos azuis e que querem mesmo é conforto, um consultório pra chamar de seu e bastante dinheiro…
O Sr. quer dizer que médicos são todos interessados em dinheiro e só isso ? Todos se esforçaram para entrar no vestibular mais difícil do país entre os 16 e 18 anos de idade, para estudar 6 anos em horario integral na faculdade durtante a juventude abrindo mão de muitas coisas que a maioria aproveita, enquanto varios amigos estão curtindo os melhores anos da vida. Todos ou quase todos fazem 1, 2, as vezes 3 pós-graduações juntando mais 6 anos (ou mais) à sua formação, apenas por dinheiro e um consultório pra chamar de seu ?
OBS.: essa tentativa de piada com uma música de gosto duvidoso denota bem o nivel ao qual seus escritos parecem estar chegando.
Quem opta por ser médico opta, com raras exceções, por ajudar os outros em primeiro lugar, cheio de sonhos, mas ao terminar seus 6 a 12 ou mais anos de formação, se vê num mercado que não dá nenhum valor a isso, seja na iniciativa publica quanto na privada, dominada pelos planos de saúde. E valor tem um significado moral e material que são indissolúveis, valor (o tal sacerdócio) não pode ser separado de remuneração e condições de trabalho. Vê-se que o Sr., pelas suas palavras, não dá valor nem moral e nem material aos médicos. Todos nós necessitamos ou necessitaremos de um.
Se me permite, aconselharia-o a ler um pouco sobre “ressentimento invejoso” no blog do prof. de filosofia PAulo Ghiraldelli (http://ghiraldelli.pro.br/ressentimento-inveja-e-medicos-no-brasil/). Não são palavras minhas e nem são de um médico. São de um pensador e professor de filosofia, de origem marxista, diga-se de passagem.
Suas palavras, Sr., escritas e publicadas num meio de grande circulação refletem bem isso: ressentimento, talvez por alguma experiência passada desagradável com a medicina, e muito preconceito, aí nao só com médicos, mas com pessoas brancas de olhos azuis, com pessoas que querem ter remuneração digna e conforto para viver.
E com os médicos também. Elesnão podem ter isso, não tem esse direito ?
Desejo-lhe mais clareza e justiça e menos precocenito no seu trabalho.

Eduardo Costa  – Médico, Especialista em Clinica Medica e Imunologia Clínica, Mestre em Medicina – Posgraduado em Gestão em Saúde.

Caro leitor deste blog, se você está num local longínquo ou mesmo perto de uma grande cidade, onde não há assistÊncia adequada, lembre-se que só os médicos (legais ou ilegais) NÃO RESOLVERÃO TUDO. É PRECISO MUITO MAIS PARA SE TER SAÚDE. É PRECISO EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, É PRECISO ESGOTO, SANEAMENTO, TRANSPORTE, TRABALHO, MORADIA. É PRECISO TAMBÉM OUTROS PROFISSIONAIS ALÉM DOS MÉDICOS PARA DAR ASSISTÊNCIA ADEQUADA, ALÉM DE INFRA-ESTRUTURA, MATERIAL E MEDICAMENTOS.
NÃO SEJAM ENGANADOS MAIS UMA VEZ APENAS PARA QUE LHES TOMEM SEUS VOTOS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
COBREM EDUCAÇÃO, SEGURANÇA, MORADIA, TRABALHO PARA VOCÊS E SEUS FILHOS. COBREM RESPEITO DE VERDADE, COM POLITICAS DE LONGO PRAZO, E NÃO COM JOGADAS ELEITOREIRAS E DE MARKETING.

VOTEM COM MUITA REFLEXÂO PRÉVIA E BOA SORTE !

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

About 55,000 tourists visit Liechtenstein every year. This blog was viewed about 240.000 times in 2012. If it were Liechtenstein, it would take about 4 years for that many people to see it. Your blog had more visits than a small country in Europe!

Clique aqui para ver o relatório completo

Continuam abertas até dia 17 de fevereiro de 2012 as inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento (PG lato sensu) em Alergia e Imunologia Clínica da UERJ. Início do Curso em 05 de março de 2012. Vagas = 4.
Informações nos tel.: 21-2868 8341 e 8345 (Cristina ou Roberta).

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